7 de outubro de 2013

Introdução de alimentos sólidos

Filho dá trabalho, ocupa muito tempo, a rotina muda e o blog é que sofre as consequências, fica abandonado por meses até que uma amiga fala para publicar receitas de papinha e você lembra que ele existe!

Essa semana o Joaquim completa 8 meses (no dia das crianças!) e há 2 meses começamos a introdução de sólidos, depois de 6 meses de amamentação exclusiva. Ele continua mamando e vai continuar enquanto e quando quiser. 

E vamos ao que interessa, as papinhas!
As de fruta eu dou in natura mesmo, sem segredo, não cozinho nada: mamão raspado, banana amassada, maçã raspadinha (ele não curte, mas...).

As salgadas, confesso que estava com medinho, eu nunca cozinhei nada na vida, "e agora?".
No primeiro dia de papinha salgada dei um google e chamei o André, cozinheiro oficial da casa e pai, para fazer enquanto eu via como era. Ele fez papinha pra aquele dia apenas, e depois li em algum lugar que o ideal era fazer para vários dias e congelar, pq dá trabalho cozinhar todos os dias e eu gosto de praticidade. 

A primeira papinha é simples: Escolha 1 legume, 1 folha, um pouco de cebola e pronto. Eu escolhi cenoura e escarola. No segundo dia foi cenoura e mandioquinha.

Modo de fazer: 
Ferva água filtrada em uma panela (o suficiente para cobrir os ingredientes). 
Deixe potinhos com tampa por perto.
Enquanto a água ferve, pique um pouco de cebola, lave os legumes e as folhas e deixe de lado.
Quando ferver, coloque uma pitadinha de sal e um fiozinho de óleo, bem pouco mesmo, e coloque os ingredientes. Aconselho cortar a cenoura em pedaços pq demora muito pra cozinhar. Coloque na panela, tampe e deixe lá até que os legumes amoleçam bem para que você amasse com um garfo.
De vez em quando abra a panela e veja como estão os legumes. A mandioquinha cozinha mais rápido que a cenoura, pode tirar antes. As folhas tb cozinham rápido. 
Separe um prato para cada legume e um prato pras folhas. No pratinho das folhas, pique tudo bem picadinho com garfo e faca mesmo (depois de cozida, pq se picar antes, não vai conseguir caçar os pedacinhos). E no prato dos legumes, solte a casca da cenoura e da mandioquinha, amasse bem, até virar um purê. Divida as folhas picadas nos pratos dos legumes e faça uma "gororoba", depois divida nos potinhos e ponha pra congelar.
Simples assim!

Depois de uns 15 dias de aceitação dos legumes com as folhas, comece acrescentar outras coisas, como carne e macarrão ou arroz. Ainda não fiz com arroz (não sei fazer ainda, ops!), nem com carne vermelha (medo da panela de pressão define), então usei peito de frango e macarrão (aqueles de argolinhas beeeem pequenininhas). Dessa vez já usei bem mais ingredientes: abóbora, batata, batata doce, mandioquinha, cenoura, couve flor, brócolis, alho poró, rúcula, agrião, frango, macarrão. O modo de fazer começa igual. 

Modo de fazer: 
Ferva água filtrada em uma panela (o suficiente para cobrir os ingredientes). 
Deixe potinhos com tampa por perto.
Enquanto a água ferve, pique um pouco de cebola, lave os legumes e as folhas e deixe de lado. Em um copo coloque uns 2 dedos de macarrão e deixe de lado.
Quando a água ferver, coloque uma pitadinha de sal e um fiozinho de óleo, bem pouco mesmo, e coloque primeiro o frango que demora mais para ficar pronto, a cebola, a couve e o brócolis. Eu soltei os cabinhos da couve e do brócolis. 
Na sequência coloque os legumes e o alho poró (usei umas 2 "folhas"). Como são muito mais ingredientes e não cabe tudo na panela, as outras folhas (rúcula e agrião) coloquei pra ferver em outra panela menor. 
E daí pra frente é o mesmo esquema: um prato para cada legume, um prato pras folhas, e um prato pro macarrão, que é a última coisa que vai ser feita, quando tudo já estiver quase pronto, pq o macarrão fica pronto muito rápido (no pacote de macarrão tem o modo de fazer, pra quem não sabia, como eu! =P).
Deixe as folhas picadas em um pratinho, e conforme os legumes forem ficando molinhos, vai tirando da panela, descasque os que tiverem casca e amasse cada um no seu prato. 
Depois de tirar todos os legumes, deixo mais um tempo o frango cozinhando com a couve flor e o brócolis e quando vejo que o frango está no ponto, desligo o fogo e viro a panela num escorredor de macarrão, separo o frango num outro pratinho e desfio. A couve flor e o brócolis vão para um outro pratinho e são amassados tb.
Com cada coisa em seu prato, distribuo um pouco de cada ingrediente (folhas picadas, macarrão, frango, couve e brócolis) sobre os legumes amassados e misturo, fazendo as "gororobas", distribuo nos potinhos e mando pro congelador.

Faço o suficiente para 1 semana. Para descongelar, faço banho maria antes de servir. Há quem use o microondas, mas eu prefiro o fogão.

Aqui o selo de qualidade chama Joaquim, ele quase sempre come tudo o que vai pro prato, depende da fome que ele está, mas não rejeitou nenhuma vez. E se quer parar de comer, eu respeito a vontade dele e não forço. Já dei umas bicadinhas no que sobra, e achei gostoso tb.

Não tem segredo, gente! É cozinhar, amassar, misturar e congelar.
Vai testar? Depois me conta!

E lembre-se que a OMS aconselha que o bebê seja amamentado exclusivamente até os 6 meses. Siga as orientações do seu pediatra! ;)

14 de maio de 2013

Aprendendo a traduzir os sons e os movimentos

Todo mundo sabe que nenê não vem com manual de instruções. É muito difícil saber o que ele precisa, o que sente, já que ainda não sabe falar, ainda mais se é o primeiro filho... Até li em um grupo que participo, logo que ele nasceu, que foi feito um estudo na Austrália, que choro "neh" é "tenho fome", que choro "owh" é "tenho sono", etc, mas na prática é diferente, nunca consegui associar os choros a essas letrinhas.

Logo na primeira consulta com o pediatra, ele passou uma receita com remédio pra gases e cólica. Claro que perguntei como fazer pra identificar se é um ou outro, pra saber qual remédio dar e ele disse que se fosse dor eu ia perceber pela intensidade do choro e que ele ia se contorcer. Felizmente o Joaquim não teve episódios de cólicas muitas vezes, se dei medicamento pra isso foi uma vez só.

Então como faz pra aprender? Com tentativas e erros, oras.

Chorou? Dá o peito. Recusou? Olha a fralda. Não tá suja? Dá antigases. Não tem muito segredo, é uma coisa ou outra.

Agora que se passaram 3 meses começa ficar mais fácil, os barulhinhos vão mudando. Semana passada começou uma resmungueira. No primeiro dia pensamos "o que ele tem, hein? será que é dor? tá enjoado? o que fazer?". No segundo dia já começaram as desconfianças que poderia ser sono. Batata! Começou resmungar, quer dormir mamando. Tem sido assim a cada resmungo.

E quando está desperto, mamando, e começa a soltar o peito, dar "soco" em mim, faz uns "uééé", tenta pegar o peito, mas não fecha a boca, parece um ataque de desespero, e realmente é desesperador, mas só até aprender que isso são gases que ele quer soltar. Começou com isso, coloco em pezinho, e lá vem o arroto. Ou uns puns. Ou um cocô. Não costumo colocá-lo pra arrotar depois de cada mamada, pq se quer, ele arrota até mamando.

Tá deitado de bruços em cima de mim, começa a virar a cabeça prum lado, pra outro, sem parar. Tá enjoadinho e vai vomitar. Vem aquele arrotinho com barulho de líquido na garganta e volta aquele leitinho qualhado.

Começa resmungar e fazer força? Cocô, certeza! E um detalhe: o cocô nunca vem de uma vez só. Sempre espero um pouco porque sai mais um tanto depois de uns minutos. Já aconteceu de eu não esperar a segunda leva e o cocô voar em mim quando estava trocando a fralda.

Choro, daqueles de se esgoelar, são raros, então ainda não aprendi o que é. Vou tentando, mas o que tem funcionado, é colocá-lo no colo, com as costas na minha barriga, abraçar e colocar uma musiquinha de ninar. Sossega só nessa posição. Chega a dormir. Ah, ele adooooora chorar quando estamos jantando e está no carrinho. Quem não vê, apenas ouve (vizinhos), deve pensar "caralho, dá uma chupeta!". Mas nunca dei e não vou dar. Em outro post falo sobre isso.

E assim a gente vai aprendendo. Tentando, errando, mudando de posição, dando o peito, ninando, trocando a fralda... Cada dia um aprendizado diferente.

É muito amor!

13 de maio de 2013

3 meses!

Dizem que o 1º trimestre do bebê é o 4º trimestre da gestação. Sendo assim, acabou minha gestação ontem, no meu primeiro dia das mães. Ah, eu to amando ser mãe. Uma das melhores coisas da vida! As novidades de cada dia são especiais! Muito bom mesmo.

Joaquim está dormindo mais tempo, começou com 5h seguidas há uns 15 dias, depois 5h30, 6h, 7h e essa noite surpreendeu, dormindo 9h seguidas! Capotou às 20h e acordou 5h e pouco. Tiveram umas noites na semana passada que ele dormiu picado, acordou várias vezes, não sei se era frio, pico de crescimento, salto de desenvolvimento. Acho que era tudo isso junto. Ontem fui vestí-lo depois do banho e os macacões P não servem mais. Já está usando body M há uns dias, os P ainda serviam, mas estavam apertados. E logo depois das noites mal dormidas ele começou a gritar muito! Já vinha dando uns gritinhos de vez em quando, mas era um gritinho aqui, outro ali. Mas há 3 dias ele fica minutos gritando sem parar. Se damos trela, ele responde. Um barato. E consegui filmar! ahahaha Vejam:



Muito amor, num é? Que venham as próximas novidades deliciosas!

5 de abril de 2013

Você tem bastante leite?

Semana passada levei o Joaquim pra conhecer a família, no interior, e essa foi uma das perguntas mais feitas por todos. Sim, eu tenho bastante, o Joaquim ama mamar, se deixar, fica no peito o dia todo. Delícia, né? Só quem amamenta sabe o quanto isso é bom!

E você sabia que 80% do leite é produzido na hora da amamentação? Que mesmo quem tem peitos murchos, produz leite? Que a quantidade de leite que você produz é a que seu bebê precisa? Que leite artificial não é necessário, afinal quanto mais você amamenta, mais leite é produzido?

Muita gente desiste de amamentar porque o bebê não está ganhando peso "suficiente" e decide ou trocar por leite artificial ou complementar com ele, por orientação do pediatra. Acredito que muita gente não queira amamentar tb, afinal é mais "fácil" dar leite artificial pro nenê dormir a noite toda, do que acordar várias vezes para dar o próprio, né?

Participo de dois grupos no facebook, um de mães e um de amamentação. No de mães, é recorrente posts sobre o Equilid, um medicamente que ajuda a produzir leite, segundo elas. Tem de tudo, dúvidas sobre dosagens, oferta de caixas que sobraram, depoimentos de quem usou e só assim conseguiu ter leite e segundo elas "se todo mundo ler bula de remédio, ninguém toma remédio nenhum". Bem, eu leio todas. Tá certo que não gosto de tomar remédio, só tomo se precisar, e leio mesmo. E se tenho alguma dúvida sobre o que está escrito lá, pergunto pro médico que receitou.

No outro grupo, o GVA (link aqui), que entrei pouco antes do Joaquim nascer por indicação de uma amiga, as moderadoras estão lá pra ajudar quem quiser ser ajudado sobre a amamentação, são contra o leite artificial e eu estou de total acordo com elas, aprendi muito nesse grupo.  E um belo dia, logo após o Joaquim nascer, fuçando no grupo, achei um post sobre o tal do Equilid. Antes de ler o post eu realmente achava que era um medicamento para ajudar a "descer" o leite. Nunca tinha me informado sobre, bem como nunca tinha pensado em tomar esse medicamento, pois tive colostro desde o dia do nascimento, e o leite veio naturalmente com as mamadas.

Fiquei chocada assim que li! Como pode ter quem tome um medicamento desses, cuja reação, e não a função, é o aumento de leite? As mães que tomam não têm medo? Não pensam que podem estar criando futuros dependentes químicos? "Ah, mas a dosagem é pouca, não faz mal pro meu bebê!". Já li isso, infelizmente! Já li também "Tomei Equilid ontem e meu bebê dormiu 8h seguidas, fiquei assustada!". Eu também ficaria. Mas tem mãe que quer isso mesmo, né? Dormir a noite toda! Afinal é um "incômodo" ter que acordar à noite pra amamentar. "Deixa que a babá dá leite artificial na mamadeira quando o bebê acordar!". Tsc tsc.

Gente, que tal se informar? O bebê precisa do leite materno! Sem medicamentos! Aconselho a você que tem dúvidas entrar nesse grupo. As meninas estão super dispostas a ajudar quem quer ser ajudada.

E com a autorização de uma das moderadoras, vou colar o texto que ela postou no grupo, sobre esse tal de Equilid. E fica a critério de cada mãe escolher o que fazer. Pense bem antes de decidir dopar seu bebê! Se informe!

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A VERDADE SOBRE O EQUILID
Por Zioneth Garcia em Grupo Virtual de Amamentação (GVA) (Arquivos) 

Equilid tem sido sugerido indiscriminadamente por muitos GO, pediatras e outros profissionais que acompanham as mães lactantes desesperadas por aumentar a oferta de Leite Materno para o bebe. É importante que as mãe tenham todas as informações disponíveis para decidir o que é o melhor para elas e para o bebe.

O QUE É?
Equilid é um psicofármaco  antipsicótico, isto significa que seu uso pode ser prescrito só por profissionais psiquiatras ou psicólogos. Com o devido acompanhamento. O equilid é a sulpirida, um neuroléptico do grupo das benzamidas.

PARA QUE SERVE?
A utilização recomendada pode ser tanto para controlar sintomas psicóticos como para elevar os estado de humor do paciente deprimido. Tratar estados neuróticos depressivos, síndrome vertiginosas ou esquizofrenia. Já que a sulpirida é um dos poucos psicóticos compatíveis com a amamentação, profissionais psiquiatras e psicólogos costumam usar esse medicamento como ultima opção no tratamento de baby blues, depressão post parto, altos níveis de ansiedade , ou sintomas psicóticos em mães lactantes.

COMO FUNCIONA?
EQUILID exerce uma ação depressora direta sobre as funções vestibulares. Vários estudos constataram sua eficácia no tratamento de vertigens de origens diversas: pós-traumáticas, Menière, de origem cervical, pós-operatórias, vasculares, neurológicas, psicossomáticas, iatrogênicas e outras.
Como outros neurolépticos, que também são inibidores da dopamina, EQUILID pode produzir reações extrapiramidais, sedação, inibição central da emese e induzir a liberação de prolactina.

*****NOTA EXPLICATIVA*****
 Dopamina é a sustância química que nosso corpo libera quando há qualquer tipo de prazer. Expressões de amor, sexo, comida, amamentação, etc. Equilid limita o corpo de reconhecer essa sustância! Tem mais LM mas vai perder a vontade e o prazer de amamentar.

A sulpirida, na apresentação do EQUILID, é absorvida em 4,5 horas. A biodisponibilidade da droga é de 25 a 35%, com variações individuais significantes. Suas concentrações plasmáticas são proporcionais às doses administradas, ocorrendo baixa difusão ao sistema nervoso central, onde é encontrada em maior proporção na hipófise. Sua taxa de ligação protéica é inferior a 40% e sua vida plasmática é de 7 horas.

PRINCIPAIS EFEITOS COLATERAIS
Pode desencadear crises hipertensivas, promover sedação, alterar o funcionamento cardíaco produzindo arritmia (que é, inclusive, detectável por eletrocardiograma), aumenta em 3 vezes o risco de um AVC e pode produzir síndrome neuroléptica maligna. Seus efeitos para as crianças nunca foram investigados completamente. A droga passa para o leite materno.
Esta medicação não apresenta os efeitos colaterais típicos dos neurolépticos como as alterações motoras, também não costuma apresentar ressecamento da boca, visão borrada nem prisão de ventre. As mulheres são mais sensíveis aos efeitos colaterais, sobre elas os efeitos costumam ser: alterações do rítmo menstrual, escorrimento tipo "colostro", diminuição do desejo sexual e aumento da mama (mesmo para homens), tonteiras, dores de cabeça e sonolência.

****** NOTA EXPLICATIVA *******
Equilid não é desenhada especificamente para aumentar a prolactina, esse é um efeito indesejado pelo fabricante.  Uma vez que passa no Leite materno considere que seu bebe pode apresentar qualquer dos efeitos colaterais descritos.

PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS - EQUILID
Uso na Gravidez: Embora estudos clínicos de teratogenicidade não tenham demonstrado toxicidade fetal e não tenha havido registro de malformações durante anos de uso clínico, deve-se evitar a administração de EQUILID nas primeiras 16 semanas de gravidez.
Síndrome neuroléptica maligna: como todo neuroléptico, a presença de hipertermia inexplicada pode indicar a ocorrência da síndrome neuroléptica maligna. Neste caso, deve-se suspender a medicação, até que a origem da febre seja identificada.
Deve-se administrar com precaução a pacientes com:
Epilepsia (a sulpirida reduz o limiar convulsionante e produz leve alteração do EEG).
Doença de Parkinson (a sulpirida agrava os sintomas da doença e interfere na ação da levodopa).
Hipertensão arterial (a sulpirida pode produzir crises hipertensivas devido ao potencial efeito dopaminérgico).
Distúrbios endócrinos (especialmente distúbios hipofisários).
Insuficiência renal (devido a sua eliminação renal).
Em idosos (a sensibilidade ao produto está aumentada).
Neoplasia mamária (devido à potencial estimulação do tecido mamário por um aumento de prolactina).

POSOLOGIA - EQUILID
Estados neuróticos depressivos: 100 a 200 mg (2 a 4 cápsulas de 50 mg) ao dia, administrados em 2 tomadas diárias (manhã e noite).
Síndromes vertiginosas: 150 a 300 mg ao dia, em duas tomadas.
Esquizofrenia: 400 a 800 mg ao dia, em duas tomadas. A posologia pode ser aumentada, se necessário, até o máximo de 1200 mg ao dia.
Sintoentre mas predominantemente excitatórios (delírios, alucinações) respondem melhor a doses maiores, iniciando-se o tratamento com 400 mg 2 vezes ao dia e aumentado-se até 1200 mg ao dia, se necessário.
Sintomas predominantemente depressivos respondem melhor a doses iguais ou inferiores a 800 mg ao dia.
Pacientes com sintomatologia mista respondem geralmente a uma posologia de 400 - 600 mg duas vezes ao dia.

***** NOTA EXPLICATIVA******
O fabricante de Equilid não aconselha o uso para aumentar o Leite materno. A ANVISA só reconhece seu uso no tratamento das doenças psiquiátricas descritas. Não existe uma posologia previamente testada mediante pesquisa medica para o aumento do LM.
A sulpirida aumenta a função das glândulas mamárias. Porém, enquanto faz isso: diminui a dopamina, induz a hipertensão, aumenta risco de AVC, passa para o leite e NÃO SE SABE O QUE FAZ AO CÉREBRO DO BEBÊ.

- Quer correr o risco de descobrir que acontece com o cérebro do bebe?

DUVIDE DO PROFISSIONAL, MEDICO OU ENFERMEIRA, QUE PRESCREVE ESSE MEDICAMENTO SEM FORMAÇÃO NEM AVALIAÇÃO PSIQUIÁTRICA OU PSICOLÓGICA.


Equilid Bula do medicamento.
Editado por: Zioneth Garcia

9 de março de 2013

E os dogs, estão com ciúme?

(Se antes já era difícil arrumar um tempinho pra postar, imagine agora!)

Muita gente, mas muita mesmo, já me perguntou como os dogs estão em relação ao Joaquim. "Eles estão com ciúme?" é a pergunta do momento.

No dia que cheguei da maternidade, o André foi dar uma volta no quarteirão com o Raul e o Zé para eu entrar com o Joaquim. Quem já veio em casa sabe como eles são receptivos (rs), pulam, arranham as pernas de quem entra, latem, gritam... E não ia dar certo entrar com o Joaquim no colo com essa receptividade toda. Entrei no quarto para amamentar, fechei a porta e minutos depois o André chegou, abriu a porta do quarto e, tcharãn, primeiro contato feito. Os dogs viera pra cima, super curiosos, mas como são "brutamontes", mandei saírem do quarto e fechei a porta de novo. Depois da mamada coloquei o bebê no berço e abri a porta pros dogs entrarem. Ficaram super curiosos, olhando dentro do berço, como quem pensava "o que é isso, gente?".

Nos primeiros dias, Joaquim grudado em mim o tempo todo, o Raulzito me ignorou fortemente. Não vou negar q eu estava defendendo a cria, tive um pouco de receio de eles machucarem, sei lá. Eles começaram a subir na cama nas trocas de fralda e colocamos um limite pra não deixar chegarem tão perto. Rolou uma lambida ou outra, claro, Raul quis deitar em cima do trocador... Muita novidade pra eles.

Mas os dias foram passando e o ciúme também. O choque durou apenas a primeira semana, e mesmo assim, mais pro Raul do que pro Zé. Raul é o primogênito, viu o Zé chegar, depois viu o Joaquim chegar... Mas agora, 23 dias depois de chegarmos da maternidade, estão super de boa. Eles ficam perto o tempo todo. Neste momento estou no sofá, com o Joaquim largado em cima de mim, e os dois estão aqui do lado, também em cima do sofá. E pra onde eu levo o Joaquim, eles vão atrás, na hora do banho, nas trocas de fraldas... E é engraçado que eles meio que acostumaram com a rotina "troca fralda e dá mamá", eles já vão direto pro quarto esperar o momento da amamentação.

Semana passada saímos de carro pela primeira vez, com a família completa, e eles foram no banco de trás, Joaquim no bebê conforto, e foi tudo tranquilo (ufa!). Tudo bem que foram só alguns quilômetros, daqui até a Cobasi, da Cobasi até aqui. Quero ver como vai ser na páscoa, que vamos pra Ourinhos, 380 km, mas acho q vai ser bem tranquilo, afinal eles dormem o tempo todo em viagens. Veremos!

E pra quem perguntou o q eu ia fazer com os dogs, a resposta é: NADA! Eles vão continuar fazendo parte dessa família que aumentou há quase 1 mês. E vão ser os guardiões do bebê, melhores amigos, tenho certeza disso! ;)

Tamo junto!